Imprensa

Comunicados

Presidente Ramos-Horta é o orador principal na Conferência "Rumo à Paz e à Democracia na Birmânia"

2010-10-04 - Informação à Imprensa

Presidente Ramos-Horta é o orador principal na Conferência "Rumo à Paz e à Democracia na Birmânia" da iniciativa de Maria da Graça Carvalho

"Rumo à Paz e à Democracia na Birmânia" é uma iniciativa liderada pela deputada europeia Maria da Graça Carvalho na qualidade de co-Presidente da Comissão do Desenvolvimento Económico, Finanças e Comércio da Assembleia Parlamentar Paritária ACP-UE (África, Caraíbas, Pacífico - União Europeia, e tendo presente as próximas eleições gerais no país que terão lugar no próximo 7 de Novembro.

Discutir a situação política e humanitária na Birmânia é objectivo principal da conferência cujos oradores são especialistas em assuntos relacionados com a Birmânia. A mensagem de abertura será feita pelo Presidente do Grupo do PPE no Parlamento Europeu, Joseph Daul, e as conclusões estarão sob a responsabilidade de Paulo Rangel, Vice-Presidente do Grupo PPE.

Com a realização desta Conferência, Maria da Graça Carvalho manifesta a sua "solidariedade" relativamente ao povo birmanês "que tem sido oprimido por uma luta militar que tem infringido constantemente os direitos humanos através de trabalhos forçados, tráfico de pessoas, trabalho infantil e violência sexual". A deputada confia que esta conferência "contribua para que a Birmânia celebre umas eleições democráticas e liberte os presos políticos"

O Presidente de Timor-Leste e Prémio Nobel da Paz José Ramos-Horta tem dado voz ao apoio na luta pela democracia na Birmânia e tem sido o porta-voz internacional dos apoios à luta pela democracia no Sudoeste Asiático.

Maria da Graça Carvalho que viajou a Timor no passado mês de Agosto para preparar esta conferência onde reuniu com o Presidente Ramos-Horta, denuncia a situação da Birmânia que qualifica de "dramática em matéria de respeito pelos direitos humanos" e declara que "é fundamental que os presos políticos, incluindo Aung San Suu Kyi -chefe da oposição e líder da Liga Nacional para a democracia, Prémio Sakharov 1990 e Prémio Nobel da Paz-, sejam libertados imediatamente contribuindo assim para a promoção de umas eleições livres, justas e transparentes".