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Maria da Graça Carvalho questiona a comissária Geoguehan-Quinn sobre o orçamento futuro da UE para Ciência e Inovação

2011-02-01 - Informação à Imprensa

Na reunião de hoje da comissão especial sobre os desafios políticos, SURE, dedicada ao sector da Investigação e Inovação e subordinada ao tema "Desafios políticos e recursos orçamentais pós-2013", Maria da Graça Carvalho questionou a Comissária Marie Geoghegan-Quinn sobre o orçamento futuro para a Ciência e Inovação.

Durante a reunião, Maria da Graça Carvalho lembrou à Comissária os mais recentes resultados do relatório Science, Technology and Competitiveness key figures report 2008/2009, o qual mostra que "80% da investigação mundial realiza-se fora  da Europa e que 69% de pedidos de patentes são apresentados em países fora da União Europeia".

A deputada Europeia recordou ainda à Comissária que o próximo orçamento representa "uma oportunidade para reformular o sistema da UE de investigação e inovação". Por isso, "é essencial agir de forma decisiva agora. Se não o fizermos, 2020 vai ser simplesmente tarde demais ".

A relatora para a Simplificação das regras dos programas Europeus de Ciência e Inovação também explicou que uma revisão rigorosa do sistema implica "um financiamento adequado; uma melhor integração dos três vértices do triângulo do conhecimento, e em terceiro lugar, a simplificação da estrutura de pesquisa, por um lado, e das regras administrativas e financeiras, por outro".

Neste sentido, Maria da Graça Carvalho questionou a Comissária sobre a sua opinião relativamente: ao nível de financiamento necessário na área para atingir os vários objectivos propostos e qual seria a melhor forma de integrar os programas Quadro para a competitividade e a inovação (CIP), o Instituto Europeu da Inovação e da Tecnologia (EIT) e o Programa-Quadro.  

A terminar a deputada europeia perguntou à Comissária como pretendia aplicar as medidas concretas contidas no relatório sobre simplificação dos programas de ciência e inovação de modo a reduzir a complexidade da estrutura dos programas europeus e salvaguardar os princípios de transparência, consistência e excelência.

Ver aqui intervenção de Maria da Graça Carvalho